
O levantamento é da consultoria Mercer, que comparou o custo de 200 itens (que incluem moradia, transporte, alimentação, vestuário, utilidades domésticas e entretenimento) em 214 cidades espalhadas por todo o mundo.
A pesquisa é desenvolvida para auxiliar empresas multinacionais e governos a definirem os subsídios aos seus funcionários enviados a outros países.
A terceira cidade brasileira que figura na lista é Brasília, que passou da 70ª posição (em 2010) para a 33ª neste ano.
A líder do ranking das cidades mais caras é Luanda (Angola) pelo segundo ano consecutivo, seguida por Tóquio, N’Djamena (Chade), Moscou e Genebra. A mais barata é Carachi (Paquistão).São Paulo e Rio de Janeiro, as duas maiores metrópoles brasileiras, são as cidades mais caras de todo o continente americano, batendo, inclusive, as dos Estados Unidos.
“Em geral, as taxas de câmbio na América do Sul permanecem relativamente estáveis, com exceção do real brasileiro, que teve significativo fortalecimento diante do dólar americano, e, por isso, as cidades brasileiras subiram no ranking”, afirmou Nathalie Constantin-Métral, pesquisadora sênior da Mercer.
A inflação alta sobre mercadorias e serviços fez com que Caracas também subisse no ranking, da 100ª posição em 2010 para a 51ª.
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